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sexta-feira, 7 de maio de 2010

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As coisas vêm vão e são tão vãs



como este olhar que ignoro que me olha
Ruy Belo

segunda-feira, 1 de março de 2010

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Personal



Decidi tornar este espaço um pouco mais pessoal e divagar por aqui algumas das coisas que vou vivenciando.
Estou no trabalho neste momento. Bem sei que deveria estar a trabalhar, mas muitas vezes, queria fugir daqui e ser outra pessoa, daquelas personagens que vemos nos filmes...
Imagino muitas vezes ser outro alguém. Curioso que nestas minhas 'visões', imagino sempre uma rua de lisboa, em plena Almirante Reis. O cenário é em tons de sépia. Eu, que não sou eu, uso um cabelo com um corte à anos 20, encaracolado e castanho escuro. Trago um chapéu. vejo-me detrás. Estou a fumar e tenho os lábios pintados de vermelho. Olho para as montras e finjo que ignmoro as pessoas que passam a meu lado. Observo aquela azáfama como se fosse normal para mim, mas sei que não é. Tenho um olhar de desprezo cravado na face e sorrio maliciosamente, saboreando o meu cigarro. Uso um sobretudo bege ( cor que na realidade odeio) e, na visão de mim mesma a percorrer as ruas, não consigo deixar de olhar fixamente para os meus sapatos de salto alto que me fazem sentir poderosa, como uma mulher enigmática e sensual que esconde debaixo da máscara uma história a desvendar...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A tua mão distraída, passeando pelo meu peito
cheio de um estranho cansaço, juvenil e impaciente,
"estou de rastos e quero mais". Será isto o amor?

Júlio Machado Vaz, Estes Difíceis Amores

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Declaração sem sentido...ou não?


Depois do adeus ao passado
desejava alcançar uma luz interior, aqui, contigo, neste espaço entre mundos, onde todos se encontram.
Excepto aquela rapariga que sorri quando te vê,
quando entras pelo escritório e sorris de forma tímida.
Porque o fizeste?
Fizeste-me sonhar ainda mais contigo, com o que poderia ser e não é?!
...?


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Talvez

Talvez até a Vida seja simples

Os meus lábios são por exemplo
Feitos de vento
E a minha voz é uma cortina de fumo
Para me defender do frio


Maria Azenha



Fotografia: remigiuszkozdra

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009